Para quando a comida vira válvula de escape. Um olhar que considera pensamentos, emoções, hábitos e contexto, e não só o que está no prato.

Você come sem fome, à noite ou quando está ansiosa. Depois vem a culpa, a promessa de recomeçar na segunda e o ciclo de novo.
Entender por que você come do jeito que come: gatilhos, rotina, emoções. Estratégias práticas, sem lista de proibidos.
Menos episódios, menos culpa e mais autonomia para decidir o que comer, inclusive nos dias difíceis.
Estudo comportamento alimentar desde 2013 e tenho formação pelo Instituto Nutrição Comportamental.
Quando, onde e por que a comida vira escape.
Ferramentas práticas para os momentos difíceis, sem restrição.
Ajustes ao longo do caminho até você confiar nas suas escolhas.
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“Faço acompanhamento com a Aline há quase 6 anos e tem sido uma experiência muito importante. Tenho 46 anos e, desde os 18, já passei por inúmeras nutricionistas. Só consegui seguir com o tratamento depois que conheci a Aline. Tenho uma relação difícil com a comida e a Aline tem um olhar bastante humanizado sobre isso. O processo de emagrecimento não é linear: é cheio de altos e baixos, como tudo na vida. Ter uma profissional que entende isso é fundamental para que a gente não abandone o processo. Com a Aline entendi que é possível sustentar esse processo, ter resultados e construir uma relação mais saudável com a comida.”
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“Quero deixar registrado o quanto sou grata pelo seu trabalho. Seu atendimento é extremamente profissional, acolhedor e humano. Com você eu aprendi a me relacionar melhor com a comida, sem culpa, sem pressão e com muito mais consciência. Foi a primeira vez que vivi um processo de emagrecimento de forma leve, respeitando meu corpo e meu tempo. Isso fez toda a diferença para que os resultados fossem reais e duradouros, sem sofrimento. Obrigada por conduzir esse processo com tanto cuidado, conhecimento e sensibilidade. Seu trabalho faz muita diferença na vida das pessoas.”
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“A Aline é uma profissional muito atenciosa, ela sempre valoriza cada ponto que comentamos com ela na consulta. Muito criteriosa com os exames, sintomas e queixas. Tudo isso facilita demais a adesão ao plano de alimentação, porque ela valoriza o nosso paladar e equilibra dentro da realidade do dia a dia.”
Menos culpa, mais autonomia.
Quero ajuda com a minha alimentaçãoAtendimento particular · Presencial no Batel, em Curitiba, ou online
Além do plano alimentar, olha para a sua relação com a comida: fome emocional, compulsão, ansiedade, culpa e o histórico de tentativas. O objetivo é mudar o comportamento, não só o cardápio.
Começando pelo comportamento e não pela restrição. Cortar tudo costuma aumentar os episódios. O trabalho é entender os gatilhos e montar uma alimentação que você consiga manter.
Proteína suficiente, fibras, horários regulares e não passar longos períodos sem comer. Também ajuda diferenciar fome física de vontade emocional.
Não. Elas se completam. Quando faz sentido, eu converso com psicólogos e outros profissionais que acompanham a paciente.
menos culpa,
mais AUTONOMIA
A gente começa entendendo a sua história com a comida.
Quero ajuda com a minha alimentaçãoMais de 370 pacientes já passaram pelo consultório